História de Reunião

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Projeto Escrevendo a História do Sacro Império de Reunião

Nosso país surgiu em 1997, como uma secessão de uma outra micronação, o Império de O País. Fundado por Claudio de Castro com a ajuda de Eduardo Iatauro, e sob os olhos de um mundo micronacional incrédulo (tendo em vista a natureza 'não-séria' de O País), muito se fez em Reunião desde então. Mais de 1500 pessoas passaram pela actividade aqui.

Mas pouca preocupação se teve com escrever a nossa história. Daí este projeto. A idéia é primeiro dividir a história de Reunião entre vários períodos, depois discorrer sobre cada um deles, com auxílio do que, infelizmente, move o micronacionalismo: a tradição "oral", e a análise das listas de mensagens, que, no nosso caso, existem, intactas, desde 1999, e de jornais e memórias de importantes micronacionalistas.

Nunca houve projecto tão ambicioso e trabalhoso no mundo micro, então imaginamos que vá demorar muito tempo até "chegarmos lá". Daí a idéia de fazer isto através de uma wiki.

Mãos à obra!


IDADE PRÉ-REUNIÃO (meados de 1996 a julho de 1997)

- Claudio de Castro toma conhecimento de Talossa e outras micros

- Claudio cria a primeira "multinacional micronacional", a Comet Organizations, e começa a inundar os sites de micronação com contactos

- Criação do site de O País!, com Bernardo Bauer, com Reunião sendo seu Vice-Reino

- Primeiro contacto com as lusófonas, Filipe Oliveira e Pedro Aguiar


IDADE ANTIGA ou CLÁSSICA (agosto de 1997 a maio de 2001)

1° Período (ago/97 a fev/98)

- Matéria no O Globo sobre Porto Claro, contacto pessoal com Pedro Aguiar

- Reunião Anglófona e Bilíngüe

(i) Primeiros contactos com Corvinia, Landreth, Lectoria, Torhavn, Talossa, Penguinea

(ii) Claudio coopta Matthew Dabrowski, polêmico "Ambassador Royale" de Lectoria

(iii) Claudio traz Micah Kubic, Rei de .....

(iv) Reunian Wars - as Confusões de Matt Dabrowski

(v) Anexação de Chocônia - Micronação Australiana

(vi) Primeiro Lusófono não-fundador Ativo - Fábio Trigo

2º Período (mar/98 a jun/99)

- O Aguiarismo

- Criado o cargo de Premier, Imperador sai da chefia do governo

- O grande Boom de Agosto

- Ativada a Guarda Imperial

- Dabrowski Pula Fora (Julho/1998)

- Eleita a Primeira APQ, Premier passa a ser escolhido pelos Qualícatos

- Predomínio político do PIGD

(i) Dois Mandatos de Otto von Dräeger

(ii) Judiciário ativo com Quintino Gomes

(iii) Nasce o Código de Comportamento em CHANDON

(iv) Briga entre Fábio Trigo e o Imperador

- Reforma Geográfica (nascem Fournaise e Conservatória)

- Redenção: Reunião começa a ser séria aos olhos das outras micronações

- Anexação do Grão-Ducado de Grognardia

- Anexação do Principado de Valsgraphenstein

- A Confusão com as Cyberias, Anexação de Terra Novum

- Primeira secessão: a saída dos ludonianos

- Crise Iatauro

- APQ dissolvida

- Eleito o único Premier anglófono

- Escândalo da Compra de Cidadania

- Posse da Primeira Mulher Premier - Laura Dayspring

- Retorno dos ludonianos muda cenário para eleições

- Anexação de Orange não funciona

3° Período (jul/99 a fev/00)

- PacSo vira governo, controlando APQ e Magistral

- Reunião dá fim ao Bilingüismo

- Chancelaria se volta para lusofonia pela primeira vez

- Aumenta atividade cultural e privada pela primeira vez

- Judiciário se profissionaliza

4º Período (mar/00 a mai/01)

- Embate entre PIGD e PACSO

- O fim da inocência: o golpe dos hipócritas

- Quintino Premier, Roriz Governa

- O incontrolável embate PACSO vs. UNIDA

- O segundo mandato de Arthur Rodrigues (jan.2001 a abr.2001)

(i) Eleito pela APQ, com indicação pelo PacSo e Unida (Aliança Democrática), com apoio do PSD (antiga FIC) e, discreto, do PIGD de Rafael Roriz;

(ii) seu adversário, Briel Aitt (Arena) tentou impedir sua candidatura, com apoio de Paulo Jacob, mas teve seu pedido impugnado;

(iii) Realização das II Olimpíadas Culturais;

(iv) Criação da Biblioteca Imperial de Bois-Blanc, com Polônio de Minsk;

(v) governo turbulento, com ataques do premier aos militares, à Igreja e ao procurador Leonardo Carrion;

(vi) criou crise diplomática com Porto Claro;

(vii) intervenção em Conservatória, chocando-se com o capitão Daniel de Castro Vaz, que deixa o PacSo e ingressa na Unida;

(viii) em março, país entra em um "mar de lama", com o agravamento da crise governo x unida, e a revelação das listas de mensagens secretas (louca, pafida, seereter);

- A saída dos pasárgados (i) um terço dos cidadãos deixou o país para a fundação de Pasárgada (7.abr),

- A saída dos brasilianos (i) - dias depois de deixar o Magistral, Arthur Rodrigues anunciou a fundação do Califado Malê do Brasil, levando outro terço dos cidadãos;

- Reunião tenta se reerguer

(i) Wagner Kaiser é Premier Indicado pelo Imperador após a extinção do mandato de Athur Rodrigues, estando a APQ inativa; pertencia aos quadros do PIGD; Após governo inativo, após sua renúncia, ficou inativo e depois migrou para Pasárgada.

(ii) Começa a briga entre Quintino Gomes e a Desembargadora Roberta de Castro

IDADE MÉDIA (junho de 2001 a novembro de 2003)

- Primeira Tentativa de Reorganização, Bruno Massera Premier

- Presidente do PacSo, é indicado pelo Imperador para Premier, após a renúncia de seu antecessor

- Reorganização administrativa, com a ativação de cursos da universidade e inscrição de equipes de futebol;

- tendo sua legitimidade contestada nos bastidores (e dentro do próprio partido), foi exonerado pelo Poder Moderador em 18.jun.

- após a exoneração, manteve-se como líder do PacSo e em 2002 foi indicado como lorde protetor do Império.

PLANO PNTP

- Cláudio de Castro assume o governo (mas não o cargo de premier), anunciando medidas de reestruturação para retomar o nível de atividade anterior a abr.2001;

- transferência do domínio reunião para novo servidor;

- revogação dos atos do premier Arthur Rodrigues e da lei de famílias;

- intervenção nas capitanias, e recadastramento dos partidos e cidadãos;

- criação de uma nova nobreza, com extinção dos títulos existentes;

- I Concurso de Redação;

- abertura do país ao turismo internacional;

- convocação de eleições diretas para premier, pela primeira e única vez.

Premier Wagner Artur (out.2001 a mar.2002)

- Eleito diretamente, com apoio da coalizão União Democrática (PIGD-Unida), contra Renan Saifal (PSD) e Leonardo Jardim (PacSo);

- reativação da CID, com Tulikbo von Chanteckler;

- Projeto Novos Horizontes;

- realização de censo populacional e alistamento militar;

- prejudicado pelo vestibular, tornou-se pouco ativo após novembro, o que levou à redução da atividade.

- após o mandato, permaneceu em Reunião e no PIGD, exercendo diversos cargos e funções. Anos depois, migrou para Pasárgada.

Predomínio do PIGD, futuros Marianos (mar.2002 a jul.2002)

- Luiz Azambuja é Premier Eleito pela APQ, como candidato único, indicado pela coalizão PIGD-Unida (4 votos favoráveis, 2 abstenções e 4 ausências);

- reforma administrativa, com o enxugamento de ministérios;

- reativação da ARN;

- governo autoritário, criticado pela população pelo excesso de propagandas e pelos vínculos com a família Castello-Branco;

- realização dos concertos da catedral de Saint-Denis;

- choque com o lord protetor, João Ricardo de Oliveira;

- renunciou em 21.jul, migrando junto com seu staff para Mariana.

O Expurgo

- Com a saída os 'marianos', o Imperador decreta o Dia do Expurgo, e nomeia Brunno Barbosa, da UNIDA, (jul.2002 a ago.2002) Premier, até a realização de eleições constitucionais.

- Renan Saifal é eleito Premier (ago.2002 a fev.2003)

- Eleito pela APQ, como candidato único, indicado pelo PSD e com apoio do MicroSoc (coalizão Esquerda Democrática);

- anúncio da "era das reformas";

- preocupação com a imagem externa;

- abertura (e depois, fechamento) da imigração;

- estabelecimento da imprensa oficial (Diário Reunião);

- migração para o novo Chandon (Yahoo estava apagando uma mensagem para cada mensagem enviada!)

- teve seu mandato prorrogado até 15.fev, entrando no final do período em inatividade.

Status Vacanti

(i) Devido à grave briga entre Quintino Gomes e a então Desembargadora Roberta, e desanimado com os rumos da nação, Claudio de Castro se afasta de Reunião, sem deixar regente, apenas Massera como Lorde Protetor, com plenos poderes.

(ii) De fev.2003 a ago.2003, no auge do declínio da atividade, Reunião não teve poder executivo atuante, e as atividades de governo eram exercidas, em parte, pelo Poder Moderador (lord protetor Bruno Massera).

(iii) Plebiscito elege Renan Saifal (ago.2003 a fev.2004)

- Eleito pela população, em plebiscito, e empossado pelo lord protetor, com mandato até dez.2003.

- Reabertura da Imigração;

- Início da campanha de re-união de reuniãos;

- Registro do canal de IRC reunião;

- realização do Censo Domiciliar;

- intervenção institucional, com a formação do Governo Excepcional, imposto pelas circunstâncias, e início da revisão constitucional;

- reestabelecimento da Sagrada Constituição em dez., e mandato prorrogado até fev.2004;

- indicação de um governo supra-partidário;

IDADE MODERNA (dezembro de 2003 em diante)

1º Período (dez/03 a jun/04)

- O Retorno do Imperador

- Projeto Sanfona, o estopim do recomeço, mas nunca levado adiante

- Ex-cidadãos voltam em grandes turmas

- Anexação de Mariana e Chuberry faz atividade explodir

- Reativação gradual de todo país

- A Tensão com Mariana

- Eleição na APQ, Giserman é o primeiro Premier escolhido por unanimidade

- Começam as crises igreja x "comunistas"

- O Fator Rocha

- Crise Califado x Celitsc

2º Período (jul/04 a fev/05)

- PacSo predomina no âmbito político

- Primeira regência desta Idade junto com a crise das FAI

- Giserman renuncia

- Fim da "paz política"

- APQ não consegue eleger novo Premier

- Governo Klabunde, o provisório por meses no poder

- Disputas Thedim X Leo Oliveira, o duplo empate

- Leo Oliveira vence mas não governa, por inatividade

- Moderador intervém na APQ e Magistral

3º Período (mar/05 a out/05)

- Governo Alexandre Carvalho

- Rebelião dos Autocratas

4º Período (nov/05 a 2007)

- Crise pós-golpe

- Projeto Alvorada

- Novo Site de Reunião

- Claudio Secretário Geral da LoSS

- Reunião proprietária do micronations.eu

- Fortalecimento da Igreja Micronacional

5º Período (2007 a 2009)

- A Contra-Reforma do Lorde Protetor Gérson França

- Regência Eduardo de Lagrenge I (25/10/2007-13/07/2008)

- A Refundação de Pacífica e o Êxodo em sua direção

- Regência Rodrigo Rocha (13/07/2008-29/12/2008)

- A Crise entre Pasárgada e Reunião, e a espionagem de Filipe Sales

- O embate Fioravanti vs. Igreja Micronacional

- A Reforma Ortographica

- Novo Boom de Atividade, Reuniãos voltam a encontrar-se em pessoa

6º Período (2010 a 2014)

A Era das Regências

- Regência Eduardo Lagrenge' (??-??)

- Regência Rodrigo Rocha II (???-???)

- O PSD é reconfigurado como um partido de esquerda. Antigos líderes (Flávio Miranda, Laucimar, Rodini Netto) são afastados e um novo grupo assume (Lucas Baqueiro, Pedro Nogueira, Marcela Fogli). PSD retira-se da coalizão com o PIGD e Arena.

- PSD abandona o centro e passa a liderar a nova esquerda organizada, tomando a antiga posição do PACSO. MicroSoc junta-se à oposição.

- Aprofundamento do parlamentarismo, com pouca interferência do Poder Moderador. PSD lidera a oposição contra os governos da coalizão PIGD-Arena (Thomas Müller, depois Tiago Melloni).

- Porto Claro Ocidental tem as atividades retomadas, após a chegada de ex-pasárgados. Tensão política de Reunião reflete-se no país. Cidadãos reuniãos contestam a existência de PCO, que é mais ativa que Reunião no período.

- Profusão de artigos políticos na mídia reuniã. Embate na imprensa entre situação e oposição.

- Coligação PIGD-Arena, que já durava dois anos, é quebrada. Arena decide juntar-se à coalizão PSD-MicroSoc. Bruno Alexandre se elege premier como testa-de-ferro dos líderes do PSD, mas não governa.

- Arena ameaça abandonar coalizão. Moção de confiança é reprovada na APQ. Baqueiro assume. Grande coalizão, com presença de todos os partidos, é formada.

- Governo exara uma série de medidas, intervindo em diversas áreas de responsabilidade dos outros poderes.

- Oposição surge de dentro da própria coalizão PIGD-Arena-PSD-MicroSoc, vinda de membros de todos os partidos. Governo ameaça cair.

- Crise entre o Governo e os militares. Coalizão se desfaz. Renúncia do Premier Baqueiro.

- Êxodo de cidadãos, para fundar micronações. Cinco micronações com cidadãos oriundos de reunião são fundadas entre janeiro e fevereiro de 2011.

- Estouro do escândalo do Aronduto. PCO tem atividade reduzida.

- Golpe militar é dado contra DP da APQ, que assume após renúncia de novo premier.

- Premieres em sequência são nomeados. APQ reduz atividade. Atividade política desce a zero entre 2011 e 2012.

- Cidadãos que haviam saído em 2011 retornam. Regência Rocha é contestada por inatividade. Imperador responde nomeando Brunno Barbosa.

- Regência Brunno Barbosa (05/01/12-18/01/2012)

- Crise política com a indicação do novo Regente. Regência é contestada desde o princípio pelo Movimento Reunião, partido político criado pela oposição a Barbosa.

- Oposição à regência ameaça derrubar nomeação no ECIE.

- Regência Barbosa cai, sob o pretexto do regente não ter feito o juramento constitucional.

-Regência Rodrigo Rocha III (18/01/2012-06/07/2012)

- Nogueira, do Movimento Reunião, assume como Lorde Protetor. Movimento Reunião se desfaz em crises.

- Atividade nas listas é reduzida paulatinamente. Entre junho e julho, surge uma crise de inatividade sem precedentes. Rocha afasta-se da regência.

- Regência Lucas Baqueiro (06/07/2012-01/06/2013)

- Nova regência assume com grande contestação e insatisfação popular. Baqueiro atrai para si parte dos contestadores, indicando-os para postos chaves no Poder Moderador: Melloni torna-se Lorde Protetor, e Flávio Miranda é nomeado Lorde Vexiliário.

- Empalamentos em sequência. Matheus Jurgen e Rodini Netto são empalados, sob pretexto de lesa-majestade, por contestarem a regência.

- Sucessivos rebaixamentos de títulos de opositores ou inativos são feitos. A Regência é cancelada por segundos, para a emissão de OG do Imperador, proibindo o rebaixamento de títulos durante regências.

- Reunião retoma o protagonismo diplomático de forma inusitada, impondo-se como “nêmesis da lusofonia”. Embaixadores de RUPA e Pathros também são empalados.

- Caso Lagrenge é julgado pelo Judiciário. Ex-Arquiduque é empalado e a Casa de Pacífica é banida do Império.

- APQ e ECIE são reorganizados. Premieres são eleitos em sequência pela APQ.

- PACSO, Unida e MicroSoc, inativados à altura, foram recriados.

- Fournaise, Le Port e Conservatória, capitanias inativadas, retomam atividade. Maurício também é reativada. Tenta-se reativar Mariana, mas oposição expressa do Príncipe-Herdeiro é revelada.

- Crise entre a Igreja e o Moderador. Igreja pede independência, mas Moderador afirma-se sobre a Igreja.

- Forças Armadas são reorganizadas, após sucessivas manifestações da Guarda Imperial.

- Emendas constitucionais sucessivas vinculam o Premier à APQ. O parlamentarismo é retomado.

- Renúncia de Baqueiro, após quase um ano de regência. Hallack, principal opositor da regência, assume, após meses de silêncio

- Regência Ruy Hallack (01/06/2013-21/01/2014)

- Ruy Hallack assume, tentando desfazer todas as medidas do antecessor. Decretos Imperiais da regência passada são revogados em massa.

- Reunião abandona a postura belicosa e retoma uma postura diplomática neutra.

- Fim da crise entre a Igreja e o Moderador.

- Atividade é novamente reduzida. Êxodo de cidadãos para a inatividade, após dois meses de regência.

- Regência Flavio Miranda (21/01/2014-06/08/2014)

- Estado de inatividade se mantém por mais cinco meses, quando antigos reuniãos dispersos em outras micronações retornam.

- Dois grupos, vindos do exterior, monopolizam atividade no país. Profusão de mensagens em lista e de projetos nas capitanias e vice-reinos.

- Reativação da APQ

- Fundação da Organização das Micronações Lusófonas (OML) e acordos de amizade com Alemanha e Itália

- Arcebispo Imperial (Lucas Baqueiro) é nomeado pelo Poder Moderador sem consulta à MIC. Nova crise entre Igreja e Coroa surge. Crise é apascentada com o acolhimento do novo arcebispo junto à Igreja.

- Regência entra em crise, após intervenções em lista do grupo de Giancarlo de Petroburgo.

- Marcela Fogli é imposta como Lady Protetora por Rodrigo Rocha. Crise política é aprofundada, após manifestações contrárias do Arcebispo. Arcebispo tem seus títulos rebaixados e é demitido de todos os cargos públicos.

- Regência Flávio Miranda cai. Reassume Rodrigo Rocha, mas quem governa é Giancarlo de Petroburgo.

- Regência Rodrigo Rocha IV (06/08/2014-27/10/2014)

- Regente mantém-se inativo. Rege, em seu lugar, a Lady Protetora.

- Atividade novamente desce seus níveis.

- Regência é nomeada pelo ECIE. Assume Giancarlo de Petroburgo.

- Regência Giancarlo Zeni (27/10/2014-01/02/2015)